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Golf GTI pode ter três opções de potência em 2019!


A Volkswagen pode estar reservando coisas muito boas para seu mais famoso esportivo, o Golf GTI. De acordo com a revista alemã Auto Bild, o próximo Golf chega em 2018, embora no ano que vem, apareça a reestilização de meia vida.

Na oitava geração, o Golf GTI deverá chegar com três opções de potência. A primeira será chamada de GTI Classic e terá 265 cv. Já a GTI Performance vai entregar 300 cv e por fim, a GTI Club Sport com 326 cv.

A revista sugere que até uma versão de 400 cv poderia surgir, mas aí concorreria diretamente com o Golf R400 ou R420, já que pode chegar a 414 cv. O aumento da cavalaria no segmento de hatches esportivos já pode ser notada nos novos Civic Type R e 308 GTi, por exemplo.

Fonte: Auto Bild

Volkswagen Golf R 400 pode ter produção limitada!


Mostrado há pouco mais de um ano durante o Salão de Pequim, o conceito Golf R 400 está prestes a ser produzido. De acordo com fontes, a versão ainda mais esportiva do hatch médio da Volkswagen deve chegar ao mercado em meados de 2017 como um modelo de produção bastante limitada e com preço superior ao do “primo” Audi RS3 Sportback, vendido na Alemanha por a partir de 52,7 mil euros.

O novo Volkswagen Golf R 400 pode chegar como “R 420”, já que os 400 cavalos de potência do protótipo devem subir para 420 cv na versão de produção, provavelmente com o propulsor 2.0 TSI de quatro cilindros ou o 2.5 litros TFSI de cinco cilindros do RS3, com sistema de tração integral 4MOTION. O câmbio do modelo também é desconhecido, já que a VW revelou que o DSG de seis marchas não consegue lidar com os 45,9 kgfm de torque do carro.

Com esse conjunto, a exemplo do conceito, o Golf R 420 deve acelerar de 0 a 100 km/h em cerca de 3,5 segundos e alcançar velocidade máxima de 280 km/h.

Fonte: Automobile Sportive

Volkswagen up! ganha motor 1.0 TSI com até 105 cv e preços a partir de R$ 43.490!


Até agora, a tendência downsizing só era percebida em carros mais caros no Brasil, notadamente em modelos do segmento premium e alguns poucos de marcas tradicionais, entre elas a Volkswagen. No entanto, a marca alemã decidiu acelerar o processo no mercado nacional e traz o novo motor 1.0 TSI para seu compacto up!.

O up! TSI não chega em um momento bom do mercado, mas mostra que turbo e injeção direta de combustível não são exclusivos dos carros mais caros. O pequeno da VW também revela outra faceta da tecnologia. Quem pensa que ele foca apenas em performance, engana-se. O foco desta nova versão do modelo é a economia.

Com até 105 cv e 16,8 kgfm a partir de 1.500 rpm, o Volkswagen up! TSI tem disposição de sobra, agilidade ampliada e eficiência energética exemplar. De cara, a VW encara a nova configuração como um divisor de águas ao disponibilizá-la nas versões move, high, cross e black/white/red.

A versão take ficou de fora, mas os black/white/red passam a ter somente o motor TSI. O acréscimo de preço em cada versão é de R$ 3.100. Além disso, o Volkswagen up! TSI comemora sua nova fase com a série especial speed up!, personalizada e igualmente equipada com o novo motor TSI, feito na fábrica de São Carlos, interior de São Paulo. Esta opção custa R$ 49.990.

Em termos de opcionais, o pacote completo (sensor de estacionamento, rodas de liga leve aro 14 e faróis/lanterna de neblina) no move up! TSI é R$ 10 mais barato que no MPI, custando assim R$ 1.000. Já o cross up! ganha a opção de ter bancos em couro native por R$ 780 somente no TSI. As demais versões não sofreram alterações.

Visual
Antes de falarmos do motor, vamos ao que muda para quem está vendo o Volkswagen up! TSI. Apesar de ter três cilindros, o motor EA211 1.0 TSI possui mais dispositivos que o 1.0 MPI já conhecido. Assim, para ter um sistema de refrigeração adicional, foi necessária a ampliação da frente do modelo.

O up! TSI é 40 mm mais longo que a versão 1.0 mais fraca. A Volkswagen esticou as duas longarinas frontais, projetando a barra que sustenta o para-choque e ampliando assim o volume do cofre. O protetor mantém o mesmo estilo, apesar do aumento em seu tamanho. Visualmente é quase imperceptível a mudança.

Na traseira, a tampa do porta-malas ganhou pintura preta, imitando o visual da tampa de vidro do modelo europeu. Aqui, a chapa permanece e o logotipo TSI se destaca no fundo negro. O que mais mudou? Nada. Com exceção da personalizada speed up!, as demais versões só apresentam estas alterações. Por dentro, o pequeno TSI também não muda nada.

Motor EA211 1.0 R3 TSI
Inexistente na Europa, o up! TSI é exclusivo dos brasileiros. O compacto apresenta o novo motor EA211 1.0 TSI Total Flex, que entrega 101 cv com gasolina ou 105 cv com etanol, ambos a 5.000 rpm. Já o torque é de 16,8 kgfm a partir de 1.500 rpm e mantendo-se plano até 4.500 rpm. A família EA211 é a mesma do 1.0 12V MPI e do 1.6 16V MSI, todos feitos em São Carlos/SP.


Feito em alumínio, o propulsor tem bloco com três cilindros e 13,3 kg de peso, bem como cabeçote 12V com duplo comando de válvulas variável. As válvulas de admissão são menores, enquanto os injetores de combustível passam a ser dentro da câmara de combustão, melhorando a queima. A pressão interna é de 250bar e os eletrodos das velas ficam sempre direcionados para os injetores.

Os pistões são novos, assim como as bielas, que ficaram menores, porém, mais resistentes. O EA211 1.0 TSI também ganhou um virabrequim forjado no lugar do fundido da versão 1.0 MPI. O propulsor ainda recebeu um protetor entre o cárter e o eixo de manivelas, a fim de evitar o atrito entre as bielas e o óleo no fundo. A bomba d´água agora é elétrica e funciona mesmo com o motor desligado.

O sistema de refrigeração a água recebeu um terceiro circuito independente por causa do turbocompressor, bem como um radiador de óleo, cujo trocador de calor fica preso ao bloco. O intercooler ar-água fica posicionado junto ao filtro de ar sobre o motor e evita o efeito “turbo lag”, enquanto a turbina fica entre o propulsor e a parede de fogo do veículo. A unidade tem válvula wastegate com comando elétrico.

A turbina é pequena e possui geometria única, atingindo 74% de eficiência e rotação máxima de 290.000 rpm. A pressão do compressor é de 0,95bar a 800 m de altitude. Com taxa de 10,5:1, o EA211 1.0 TSI tem sistema de alimentação com pressão de 6bar e 750 ml a mais de óleo sintético, o mesmo usado no 1.0 MPI.

As trocas ocorrerão a cada 10.000 km ou seis meses, conforme plano de manutenção do fabricante. As velas têm apenas um eletrodo e são substituídas a cada 60.000 km, enquanto a correia dentada precisa ser trocada com 120.000 km. A partida a frio com etanol ocorre por pressão e não pelo aquecimento do combustível (E-Flex na VW).

Para acomodar o novo motor, a Volkswagen instalou novos coxins hidráulicos, mas preservou o mesmo câmbio manual de cinco marchas do 1.0 MPI (MQ-200). Até as relações de marcha são as mesmas, mas a carcaça da transmissão recebeu um ponto a mais de fixação (4). Outra alteração foi a embreagem, que ficou maior e com 220 mm, reduzindo assim o atrito.

O diferencial teve a relação alongada em 26%. A Volkswagen informa que a rotação ficou 29% mais baixa em velocidade de cruzeiro de 100 km/h. No MPI, o ponteiro marca 3.300 rpm, enquanto no TSI, ele fica em 2.400. Por fim, para controlar tudo isso, uma nova ECU com 154 pinos e verificação de 25.000 parâmetros no funcionamento do conjunto motriz.


Eficiência energética
Como já foi dito, o foco do up! TSI é baixo consumo e emissão de CO2. Mas isso não vem sozinho, afinal, com turbo e injeção direta flex, o pequenino da VW entrega uma performance muito boa para sua categoria.

O modelo acelera de 0 a 100 km/h em 9,1/9,3 segundos e atinge máxima de 184/182 km/h, respectivamente com etanol e gasolina. Sem opção automatizada, felizmente, o up! TSI registrou 1,44 MJ/km em consumo energético no Inmetro, ganhando assim nota “A” tanto em sua categoria como na classificação geral.

Com etanol, o consumo rodoviário (de acordo com o Inmetro) foi de 11,1 km/litro. O urbano ficou em 9,6 km/litro e a média em 10,2 km/litro. Já na gasolina, o up! TSI fez 16,1/13,8/14,8 km/litro, respectivamente. A emissão de CO2 é de 88 g/km com gasolina.

Segurança
Para dar conta da força extra, o up! TSI recebeu alguns itens novos para ampliar a segurança. O novo motor aumentou o peso do veículo, que varia de 951 a 1.000 kg. O EA211 1.0 TSI pesa em torno de 92 kg, enquanto o 1.0 MPI fica na casa dos 74 kg. Assim, os freios foram reforçados, assim como os amortecedores apresentam ajuste mais firme para melhorar a dirigibilidade.

Outra mudança foi a adotado do sistema M-ABS. É um controle de tração mais simples, que reduz o torque despejado nas rodas durante as acelerações e em condição de perda de tração. Mais um item adicionado do up! TSI é o ESS, que faz as luzes de freio piscarem, a fim de avisar o motorista que vem atrás sobre a situação de frenagem de emergência do modelo.

O MSR é um freio-motor que ajuda a evitar o destracionamento das rodas em pisos de baixo atrito. Já o GMA é um controle do momento de giro, que evita que o veículo gire em pisos de baixo atrito, garantindo assim maior controle direcional e de frenagem. Por fim, ABS, EBD, airbag duplo e Isofix fazem parte do pacote do up! TSI.

Junto com o Volkswagen up! TSI, a marca alemã apresenta também a série especial speed up!. Personalizada, essa opção – ainda sem um lote definido – vem exclusivamente com o novo motor 1.0 TSI de 101/105 cv a 5.000 rpm e 16,8 kgfm a partir de 1.500 rpm, respectivamente com gasolina e etanol.


Em relação às demais versões conhecidas do up! TSI, o speed up! é o mais caro da gama, custando R$ 49.990. O modelo traz como diferencial pintura branco cristal como única opção, para-choque dianteiro com parte central em tonalidade preto brilhante, também vista na parte inferior do protetor traseiro.

Além disso, outro item de destaque é o teto na cor preta, assim como a tampa do porta-malas com logotipo “TSI”, sendo este último compartilhado com as demais versões TSI. Como o foco do projeto é a eficiência energética, mesmo com um visual mais esportivo, o speed up! apresenta faixas decorativas na cor azul com grafismo “speed”, bem como também faixa em cor preta.


Os retrovisores também apresentam tonalidade azul, enquanto os faróis possuem máscara negra e as novas rodas de liga leve aro 15 “Zurique II”, montadas com pneus 185/60 R15 de baixa resistência à rolagem, vêm com acabamento preto brilhante e diamantado.


No interior, o speed up! apresenta um pacote bastante completo, destacando-se soleiras personalizadas em alumínio, painel e volante com acabamento em preto brilhante, nome “speed” no painel, bancos em couro sintético “native” com nome “up!” bordado e costuras brancas, teto e colunas pretas, nome “up!” no volante e alavanca de câmbio com pomo prateado.


O speed up! vem com ar condicionado, direção elétrica, vidros dianteiros/travas/retrovisores elétricos, direção elétrica, sistema de áudio com entradas CD/USB/Auxiliar/iPod/rádio, Bluetooth, sensor de estacionamento, M-ABS, airbag duplo, computador de bordo, divisoria s.a.v.e. no porta-malas, faróis e lanterna de neblina, Isofix, entre outros. O único opcional é a multimídia com navegação maps & more, que adiciona mais R$ 1.400 do dispositivo com outros R$ 116 do kit de preparação.

Confira abaixo, versões e preços do Volkswagen up! TSI:
• move up! TSI – R$ 43.490
• high up! TSI – R$ 48.040
• black/white/red up! TSI – R$ 48.690
• cross up! TSI – R$ 47.030
• speed up! TSI – R$ 49.990

Fonte: NoticiasAut.

Volkswagen e o projeto V-Charge!


Olhem só que interessante. A Volkswagen apresentou recentemente o projeto V-Charge, que é nada mais e nada menos que um estacionamento automatizado e com recarga sem fio para os carros elétricos e híbridos plug-in.

A tecnologia permite ao condutor guiar seu veículo remotamente via Smartphone. Na real o condutor apenas assiste o carro percorrer o espaço necessário até encontrar a vaga e estacionar automaticamente. O mesmo processo ocorre quando for pegar o veículo.

Ainda, algumas vagas terão o sistema de recarga indutiva para elétricos e híbridos plug-in. Quando a carga desses estiver cheia, o sistema V-Charge vai envia-los para vagas comuns, no objetivo de liberar o carregamento para outros veículos movidos a bateria.

Confira também o vídeo do projeto:


Seria mais do que interessante um projeto desses. 

Volkswagen: Distribuição do Jetta nacional em Julho!

A Volkswagen anunciou na segunda-feira (6) o início da produção do novo Jetta na fábrica de São Bernardo do Campo (SP). O modelo nacional será oferecido, pelo menos de início, apenas na versão intermediária Comfortline, com preço sugerido de R$ 74.730, o que representa um aumento de R$ 740 em relação a versão importada do México.


O aumento de preço do VW Jetta nacional nos da uma surpreendida, já que não há mais custos para ser importado ao Brasil (o que inclui o frete), então ao menos poderia manter os valores ou promover uma redução, apesar de que os modelos mexicanos não pagam impostos de importação.

De cara nova o Volks Jetta passa a ser distribuido pela marca alemã ainda este mês. O sedã era importado do México e chega com modificações nos faróis bi-xênon, que incluem LEDs diurnos, bem como grade, para-choques e lanternas com LED, sempre dependendo da versão.

O modelo terá as versões Trendline, Comfortline e Highline, sendo as duas primeiras equipadas com motor 2.0 8V Flex de até 120cv de potência e a última com o novo motor EA888 2.0 TSI de 211cv. A trnamissão pode ser repectivamente Tiptronic (AQ250 seis marchas) ou DSG (DQ250 com seis marchas).


O design e a técnologia na versão Trendline é bem agradável, com bancos revestidos em tecido preto, direção hidráulica, ar-condicionado Climatic com saida nos bancos traseiros, "keyless", som RCD320G (CD Player, entrada USB e conexão Bluetooth), quatro airbags (dois frontais e dois laterais).
Além disso a versão conta com rodas de liga leve "Sedona" aro 16" com pneus 205/55 R16, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, freios ABS com EBD (distribuição das forças de frenagem) e controle de tração (ASR). Importado do México, com preço sugerido de R$ 70.690, ou seja, um aumento de R$ 700. 


Na Comfortline, o carro nacional entrega um volante multifuncional em couro com paddles shifts, acabamento em couro sintérico native nas cores preto ou bege, controle de cruzeiro, som RCD210, tela colorida de 6,5" touchscreen e rodas de liga leve de 16 polegadas em estilo “Atlanta”. Como opcional, você pode optar por um teto solar e pacote Exclusive, que conta com uma multímida RNS315 com navegação, sistema Coming & Leaving Home, sensor de chuva, rodas “Queensland” aro 17 polegadas e pneus 225/45, sistema Kessy (permite abertura das portas por aproximação da chave e partida do motor por botão) e ar-condicionado digital dual zone Climatronic. Sendo oferecido com o motor 2.0 litros Total Flex de 8 válvulas, com 116 cavalos de potência na gasolina e 120 cv no etanol, e torque de 17,7 e 18,4 kgfm, respectivamente, somente com a transmissão automática Tiptronic de seis velocidades.


Por fim, a top de linha Highline vem com direção elétrica, rádio RCD510 com tela sensível ao toque (touchscreen) de 6,5 polegadas, 8 alto-falantes, entradas auxiliar e USB e conexão Bluetooth, retrovisor interno eletrocrômico. Além disso, rodas exclusivas “Lancaster” de 17 polegadas, seis airbags, bloqueio do diferencial (EDS) e controle de estabilidade (ESC). Há também controle de assistência de partida em rampa (HHC). O top Highline, com motor 2.0 TSI de até 211 cv, segue a mesma linha, com preço de R$ 94.930 (sobrepreço de R$ 940).


O modelo também oferece dois pacotes opcionais além do teto solar panorâmico: Exclusive e Premium.

O pacote Exclusive acrescenta ao sedã Volkswagen bancos de couro (com sistema de aquecimento para os dianteiros em duas opções de cores: preto ou bege) e sensores de chuva e de luminosidade.

O pacote Premium traz todos os itens do “Exclusive”, mais multimídia RNS315 com navegação integrada, sistema Kessy (que permite abertura das portas por aproximação da chave e partida do motor por meio de um botão), faróis bi-xênon com luzes diurnas de LED e ajuste elétrico do assento do motorista.

Ainda não se sabe quando o Volkswagen Jetta vai ser equipado com o 1.4 TSI Flex de 150 cv. No entanto, acredita-se com o novo propulsor seja oferecido na linha do sedã logo após sua estreia no Golf nacional, em meados de setembro.

Por fim, o Jetta 2015 vem com seis opções de cores: duas sólidas (Branco Puro e Preto Ninja), uma perolizada (Preto Mystic) e três metálicas (Prata Sargas, Cinza Platinum e Azul Silk).


VW Golf TDI quebra recorde de eficiência nos EUA!


Agora foi a Volks que conquistou uma vaga no Guinness Book com o Golf TDI. A montadora cumpriu o desafio nos States, no qual o hatch percorreu os 48 Estados ligados contiguamente, com excessão do Alasca e do Havaí que não podem ser acessados diretamente, com média de consumo de 34,6km/L.

O modelo foi guiado pelo jornalista Wayne Gerdes e pelo engenheiro eletrônico Bob Winger. Foram percorridos 13.250 quilômetros em 16 dias. No trajeto foram gastos US$294,98 em combustível - diesel com baixo teor de enxofre - o carro estava esquipado com pneus Goodyear Assurance Fuel Max, voltado à eficiência no consumo.

Robô mata funcionário em fábrica da Volkswagen!


Você acredita que um dia os robôs escravizarão os humanos? Que um dia esses seres de metais possam tomar consciência própria e sair matando geral, tipo nos filmes? Então depois de ler essa notícia você ficará meio abismado.

Em vários sites, não só de automotivos, correu a notícia de que um robô teria matado um funcionário da Volks. Pois é minha gente, o caso foi registrado na fábrica em Baunatal, na Alemanha. O funcionário tinha apenas 22 anos e foi morto por um robô estacionário, dispositivo que estava sendo criado por uma equipe na qual a vítima fazia parte. 

De acordo com a ocorrência, o robô agarrou o trabalhador e o esmagou contra uma placa de metal. Sendo Heiko Hillwig, porta-voz da Volkswagen, a apuração preliminar indica que houve erro humano na operação da máquina. O Ministério Público local prosseguirá com as investigações do caso.

E você, acredita mesmo em erro humano? Poderia ser considerado caso de assassinato? O jovem de 22 anos foi agarrado e esmago simplesmente por erros técnicos? Ficam ai diversas dúvidas no ar.

22 de Junho: DIA MUNDIAL DO FUSCA!

Hoje é dia mundial do Fusca! Você sabia que o Fusca tem um dia especial só para ele? Te peguei de surpresa não é mesmo?


O VW Fusca, conhecido também pelo mundo a fora como Beetle, apelidado e conhecido no Brasil como Fusquinha, foi o primeiro modelo fabricado pela montadora alemã. O carro mais famoso do mundo começou de um protótipo por Ferdinand Porsche, em 1936.

O segundo modelo VW Fusca foi um modelo conversível fabricado em 1938. Outro modelo bastante conhecido deste popular é o da capota de lona do ano de 1949.



Em 1955 a VW fabricou um Fusca dourado para comemorar 1 milhão de unidades fabricadas. Tendo uma produção de mil unidades/dia o recorde mundial de produção chegou no dia 17 de fevereiro de 1972.


O modelo de 1955 é conservado totalmente original depois de cinco décadas.



Outro marco é que em 1959 este carrinho foi fabricado no Brasil com 54% de nacionalização. Os primeiros Fuscas brasileiros foram fabricados em São Bernardo do Campo (SP), deixando a fabrica em 1959. E em 70 ele assumiu a liderança em vendas.



Além de ser um carro popular e conhecido, o modelo também foi parar nas telas de cinema no filme Se meu Fusca Falasse, Herbie (modelo 1963), se tornando o carro mais famoso das telas.



O que levou todo esse sucesso foi a simplicidade mecânica deste carro: Motor refrigerado a ar. Imagine só um motor desses naquela época? Era uma tremenda novidade. O modelo dos anos 70 teve a cilindrada aumentada de 1.300 cm³ para 1.500 cm³ e, anos depois, para 1.600 cm³. O de 1984 passou a contar com o motor de 1.600 cm³ com dois carburadores e freios a disco na dianteira.



E você acha que parou por ai? o Fusquinha ainda tinha uma versão conversível, só que nunca foi fabricada no Brasil.



Infelizmente, todo sucesso um dia acaba chegando ao fim, o famoso Fusquinha foi deixando de ser fabricado depois de 1986, o México foi o último país a deixar de fabricar o Fusca...



Mas, como uma lenda destas poderia deixar de existir assim? Depois de tanto sucesso? Por fim, em 1998, a VW decidiu lançar uma releitura do Fusca, batizada de New Beetle!



O New Beetle utilizava a plataforma do Golf, com motor 2.0 de 116 cv, seguindo ainda a linhagem da antiga versão, o New Beetle ganhou uma versão conversível. Para o lançamento do Beetle 2012 nos Estados Unidos, a Volkswagen preparou uma série especial: Beetle Black Turbo Launch Edition, com apenas 600 unidades, criada especialmente para marcar o debute do novo médio da Volks, que voltou a usar o emblemático nome Fusca.



Achou pouco? Olha essa então, a Volkswagen por ser um grande instrumento de propaganda da tecnologia alemã foi usada para ambições militares de Hitler.Os veículos de guerra foram baseados na plataforma do Fusca.



Ferdinand Porsche, fundador da fábrica de esportivos alemães, foi o projetista do VW Fusca.











DESIGNER MÁRCIO PIANCASTELLI: Vida e Morte!


Mário Lima Piancastelli, quem é este homem e o que ele fez para merecer um espaço tão grande nos sites e blogs de todo o mundo? Simples, designer criador de alguns dos clássicos mais famosos da indústria automobilística brasileira. Natural de Belo Horizonte, este mineiro faria história no cenário automotivo nacional. Faleceu no último dia 18 de junho.
Piancastelli sempre foi apaixonado pelo desenho de automóveis. Durante um concurso de design em 1962, ele conseguiu a grande chance de mostrar seu talento ficando em segundo lugar, recebendo o Prêmio Lúcio Meira. Isso lhe rendeu a oportunidade de ir estudar no renomado estúdio de design italiano Ghia. A bolsa de Márcio Lima era de apenas um ano. Mas isso foi o suficiente para voltar de Turim e logo arrumar vaga na Willys Overland. 

Piancastelli ficou na equipe que finalizou o Aero Willys, lançado em 1963, bem como do projeto “M”, mas em seguida mudou-se para a DKW-Vemag. O trabalho principal foi o DKW Fissori, feito em parceria com o construtor italiano homônimo. Mas em 1967, a empresa é comprada pela Volkswagen e Márcio acabou indo para o Km 23,5 da Rodovia Anchieta. O tal “M” da Willys, após a venda da empresa para a Ford, se tornou o famoso Corcel.
O presidente da Volks Rudolf Leiding ficou impressionado o suficiente para dar um cheque pessoal como gratificação à equipe de Piancastelli com o primeiro trabalho na VW foi o modelo 1600 TL, que ficou muito mais brasileiro que o original alemão, passando a ser considerado um carro exclusivo da filial do ABC Paulista. 


Além dele, Piancastelli trabalhou no esportivo Karmann-Ghia TC, inspirado no Porsche 911, o modelo foi seguido pelo mais popular Volkswagen SP-1, que logo evoluiu para SP-2. Este é considerado o mais belo carro da marca alemã e na época, gerou uma certa revolta entre os designers alemães, sejamos sinceros aqui, inveja né? Dentro de Wolfsburg, que queriam barrar o projeto.

Eles só conseguiram com o SP-3, que teria motor do Passat, assim como fizeram com a Brasília refrigerada à água. Até hoje, é o único VW não projetado na Alemanha que figura no museu da montadora. Após gerar a inveja germânica, Piancastelli fez um “gol” ainda melhor.


Uma nova ideia, desta vez para um carro que fosse espaçoso e versátil, bem como portador de linhas modernas. Assim, o designer de Belo Horizonte pensou no Fusca, mas acabou utilizando a Variant para dar forma à Brasília, modelo que se tornou um sucesso no Brasil e que chegou a ser feito no México. 



Por fim, Piancastelli fez um dos projetos mais incríveis, um que se tornaria o carro mais vendido da história do Brasil e líder por 27 anos seguidos, o Gol.  Ele também participou na criação de Voyage, Saveiro, Parati, Logus, Pointer (também considerado um dos mais bonitos da VW) e Novo Santana, cujo desenho se tornou um sucesso na China. Por fim, ele executou a segunda geração do Gol, o “bolinha”.
Este homem foi e sempre será lembrado uns dos mais importantes na história automobilistica do Brasil. Obrigado Márcio Piancastelli! Márcio faleceu aos 79 anos de idade.

Grupo Volkswagen pode ser dividido em holdings independentes!


De acordo com o site alemão Handelsblatt, o Grupo Volkswagen deve ser separado em quatro holdings independentes. A informação fala que o objetivo é reduzir custos e que isso está ligado principalmente à produção de veículos.
Essas quatro novas empresas terão maior autonomia para gerir suas operações e uma delas deve ser presidida por Herbert Diess, ex-gerente na BMW. Das holdings, sabe-se que a primeira reunirá Volkswagen, Skoda e Seat.
A segunda envolverá Audi, Lamborghini e Ducati, lembrando que as duas últimas foram adquiridas através do fabricante de Ingolstadt. A terceira terá MAN, Scania e Volkswagen Veículos Comerciais. Por fim, Porsche, Bugatti e Bentley estarão no quarto grupo. A VW ainda não se pronunciou.
No Brasil, as quatro holdings estariam representadas oficialmente, já que Volkswagen, Audi, Porsche, MAN, Ducati, Scania e Volkswagen Veículos Comerciais possuem administrações ligadas às matrizes na Europa. Apenas Lamborghini, Bentley e Bugatti são representadas por importadores. Skoda e Seat não possuem representação.
Fonte: Handelsblatt

Volkswagen: Passat que faz 27 km/l!


A Volkswagen revelou nesta segunda-feira (15) a versão BlueMotion do Passat para o mercado britânico. Como o nome sugere, trata-se de uma configuração voltada à eficiência no consumo de combustível, que promete oferecer média de 27 km/l e emitir apenas 96 g/km de dióxido de carbono (CO2).

O bloco responsável por esses números é o 1.6 turbodiesel de quatro cilindros. Ele entrega 120 cavalos de potência e 25,5 mkgf de torque. Com carroceria sedã, a aceleração de 0 a 100 km/h ocorre em 10,8 segundos, e com carroceria perua, em 11s. Já a velocidade máxima é de 210 km/h para sedã e 208 km/h para a perua. A transmissão é manual de seis velocidades.

Pelo preço inicial de 23,2 mil libras esterlinas (sedã; 24,7 mil para a perua), o Passat BlueMotion oferece, de série, itens como sistema multimídia com tela de 6,5 polegadas, sistema de frenagem automática pós-colisão, alerta de pane seca, sistema start-stop e rodas de liga-leve de 17 polegadas com pneus de baixa resistência à rolagem.


Fonte: QuatroRodas

Relembre conosco os 35 anos do VOLKSWAGEN GOL!

Confira a linha do tempo de compacto que foi o carro mais vendido do Brasil por 27 anos.

Lançado em maio de 1980, o modelo completou 35 anos de idades. Desde então, teve de tudo. O Gol nasceu com motor de Fusca e não demorou a formar família. Tornou-se produto de exportação, estreou tecnologias como injeção elétrônico e, até mesmo, tornou-se buggy como seu antepassado Fusca.
                                                 FOTO: JOÃO PEDRO BRITO/AUTOESPORTE)

Volkswagen Golf Sportsvan 1.0 TSI!


O Volkswagen Golf Sportsvan recebeu o novo motor EA211 1.0 TSI, assim como o irmão hatchback. O monovolume germânico agora oferece 115 cv e 20,4 kgfm no pequeno propulsor de três cilindros com turbocompressor e injeção direta de combustível.


Com foco na eficiência energética, o Volkswagen Golf Sportsvan 1.0 TSI BlueMotion tem suspensão mais baixa e pneus de baixa resistência à rolagem, com transmissão manual ou DSG recalibrada e pacote aerodinâmico melhor.



Assim, o novo Golf tem consumo médio de 22,2/21,7 km/litro, respectivamente manual e DSG. De 0 a 100 km/h, ele precisa de 10,4 segundos. Com 590 litros de porta-malas, o modelo vem com rodas aro 15 ou 16  modelo "Lyon", bem como ar condicionado e sistema de áudio Composition Media. Os preços na Alemanha partem de € 22.625.

Aqui no Brasil a Volkswagen prepara a estreia do EA211 1.0 TSI Flex, que deve ter entre 101 e 110 cv dependendo do combustível. O propulsor inicialmente chega na versão esportiva do up! e depois provavelmente será ofertado para Fox, SpaceFox e Golf. A proposta de eficiência energética com performance pode ser um bom argumento de vendas.